Segundo turno em 25 de outubro após avanço do PL e vitória de Daniel Vilela em Goiás

PL torna‑se maior bancada nas assembleias e amplia presença no Senado, enquanto disputa pelo governo do Rio segue em aberto no TSE.

06 de outubro, 00:50

O primeiro turno de 4 de outubro definiu um segundo turno presidencial entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), depois que nenhum dos candidatos alcançou mais de 50% dos votos válidos, segundo apuração oficial.

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Daniel Vilela (MDB) foi eleito governador de Goiás com 58,88% dos votos válidos, resultado amplamente atribuído ao apoio e à rede política do ex‑governador Ronaldo Caiado.

O PL se consolidou como o maior partido nas assembleias estaduais ao eleger 212 deputados estaduais e distritais e ampliou sua presença no Senado, mudança que deve dar ao partido maior poder de influência sobre a legislação e nomeações em 2027.

O governo do Rio de Janeiro permanece juridicamente pendente porque os votos de Anthony Garotinho foram lançados como em revisão; Garotinho desistiu de um recurso em 5 de outubro e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Ministério Público vão decidir se os votos são excluídos e se haverá segundo turno.

A alta abstenção — cerca de 21,08% no primeiro turno — e as claras divisões regionais no voto tornam o segundo turno de 25 de outubro dependente de mudanças na participação, de como os eleitores do terceiro colocado redistribuirão seus votos e das negociações entre partidos por alianças legislativas.

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