Angélica estreia 2ª temporada de 'Angélica ao Vivo'
Programa ao vivo combina revelações pessoais com posicionamentos sobre diversidade no Judiciário e proteção a vítimas de estupro que buscam aborto
A segunda temporada de Angélica ao Vivo estreou no domingo no GNT e no Globoplay como série ao vivo de 10 episódios, centrada em conversas improvisadas à mesa com convidados.
Em entrevista ligada ao lançamento, ela disse ter reconhecido apenas décadas depois que um episódio emotivo na adolescência foi violência sexual, declaração que enquadrou como parte de sua crescente disposição em falar sobre temas sensíveis.
Angélica descreveu a pressão da exposição pública sobre sua família, relatou preocupação com o amplo desdobramento na mídia do namoro e término públicos do filho Benício com a influenciadora Duda Guerra, e falou sobre a mudança de cuidados dos filhos já adultos para os pais idosos.
Ela tem usado o programa para defender pautas políticas, pedindo publicamente ao presidente Lula a nomeação de uma mulher negra para o Supremo Tribunal Federal (STF) e criticando uma proposta na Câmara que reduziria o acesso ao aborto para meninas estupradas, posicionando o programa como plataforma de debate cívico.
Ao optar por um formato ao vivo e sem edições, Angélica busca imediaticidade e conversas mais arriscadas — uma estratégia que amplifica sua voz, mas também aumenta a possibilidade de maior escrutínio da mídia sobre sua família e os convidados.