TSE dá 24 horas para Meta provar que não favoreceu campanha de Lula ou Bolsonaro

Decisão pode levar a medidas judiciais se a empresa não demonstrar tratamento isonômico entre plataformas.

19 de outubro, 20:42

O Tribunal Superior Eleitoral determinou que a Meta comprove, em 24 horas, que Facebook, Instagram e WhatsApp não limitaram nem favoreceram conteúdo de nenhuma das campanhas, uma medida anunciada na segunda-feira que abre caminho para remédios judiciais rápidos.

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No debate da GloboNews na noite de segunda, o coordenador da campanha de Lula, Edinho Silva, acusou a Meta de restringir conteúdo pró-Lula e favorecer adversários, enquanto Rogério Marinho, coordenador de Flávio Bolsonaro, defendeu a liberdade de expressão e culpou a Advocacia-Geral da União por pressionar as plataformas.

A Meta reconheceu publicamente falhas técnicas que afetaram a circulação de material pró-Lula, afirmou que os problemas foram corrigidos e negou ter agido para influenciar a eleição.

O debate também teve disputas acaloradas sobre alegações específicas que geram polêmica online, incluindo a declaração de Daniella Marques sobre uma transição de dois anos do Bolsa Família e a acusação de Edinho de que Flávio Bolsonaro votou por cortes em direitos trabalhistas.

O confronto chama atenção para como canais do WhatsApp e influenciadores terceiros são fiscalizados, qual a responsabilidade das campanhas por esses canais e se o Brasil caminhará para regras mais rígidas para as big tech no trecho final da disputa eleitoral.

Resumo produzido a partir de 4 fontes · Powered by Anchooor
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