TSE: candidatos devem abrir seus próprios sigilos bancário, fiscal e telefônico

Decisões sobre divulgação cabem às campanhas antes do segundo turno de domingo.

Hoje, 18:20

O relator do TSE, André Mendonça, reafirmou na sexta-feira que Lula e Flávio Bolsonaro podem, voluntariamente, publicar seus próprios sigilos bancário, fiscal e telefônico, e que o Tribunal não atuará como intermediário ou garantidor do procedimento.

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Ambas as campanhas entregaram ao TSE autorizações para divulgação pelos titulares ou seus procuradores, mas, segundo os últimos relatos, nenhum dos lados divulgou publicamente os dados sigilosos subjacentes.

O presidente do TSE, Kássio Nunes Marques, pressionou grandes plataformas de tecnologia a reforçar o quadro de pessoal para cumprimento das normas durante o fim de semana eleitoral, e o Tribunal negou ordenar suspensões de grandes canais políticos no WhatsApp.

A oposição protocolou novas ações: Flávio Bolsonaro pediu a anulação do registro de Lula por suposto uso eleitoral da Rádio Nacional e exigiu documentos para investigação.

Procuradores do trabalho na Paraíba relataram quase 50 denúncias de assédio eleitoral no trabalho e emitiram orientações a empregadores para proteger o direito de voto, e o Eurasia Group afirmou que Lula tem impulso tardio que reduziu as chances de Flávio antes do debate final.

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