Lula usará abertura da ONU em 22 de setembro para defender soberania brasileira

Discurso deve condenar interferência estrangeira nas eleições de 2026, sem agendar encontro formal com Trump

18 de setembro, 19:03

O discurso de Lula na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, em 22 de setembro, ainda está em rascunho e terá como eixo a soberania nacional e a democracia.

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A assessoria presidencial diz que a fala vai criticar interferências externas na votação de 2026, evitando citar publicamente de forma direta os Estados Unidos ou o presidente Donald Trump.

Lula afirmou que pretende transmitir pessoalmente a mensagem de repúdio à interferência estadunidense a Trump, mas o Palácio do Planalto confirmou que não há bilaterial agendada entre os dois líderes.

Fontes oficiais esperam apenas encontros breves nos corredores durante a semana da ONU, e Lula receberá o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, na residência do embaixador do Brasil antes do discurso.

O conteúdo do pronunciamento foi influenciado por recentes atritos comerciais, preocupações sobre a influência das big techs e o estreitamento de relações tensionadas com Israel e outros países, e pode endurecer a postura diplomática do Brasil e afetar relações comerciais caso o presidente leve o assunto a público.

Resumo produzido a partir de 3 fontes · Powered by Anchooor
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