Flávio Bolsonaro pede a presidente do TSE que obrigue Meta a explicar sinais no WhatsApp do ‘Exército do Lula’

Pedido pode forçar Meta a detalhar por que disse não ter detectado 'sinais de comportamento coordenado' e influenciar como tribunais tratam grandes canais em mensagens nas eleições

Ontem, 08:10

A defesa de Flávio Bolsonaro protocolou nova petição direta ao presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, na terça-feira, 20 de outubro, pedindo que o tribunal obrigue a Meta a explicar por que o WhatsApp declarou não ter identificado “sinais de comportamento coordenado” na comunidade Exército do Lula.

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A petição apresenta alegações específicas de que o canal do WhatsApp liderado por André Janones orientou usuários a manipular tendências de pesquisa e inflar temas, incluindo afirmações de que apoiadores foram instruídos a buscar frases que prejudicariam Flávio Bolsonaro.

O corregedor do TSE, Ricardo Villas Bôas Cueva, conduz o inquérito subjacente após decisões anteriores de Nunes Marques que geraram liminares concorrentes e conflito interno sobre a competência do tribunal para emitir ordens de urgência.

A coalizão de Lula pediu ao TSE que negue todos os 11 pedidos da nova petição, argumentando que a medida é processualmente imprópria porque o corregedor já fixou prazos para esclarecimentos e produção de provas no inquérito eleitoral em curso.

Além da disputa sobre o WhatsApp, a equipe de Flávio também protocolou ações acusando o governo Lula de disparos em massa via GovBR, o que levanta a possibilidade de que tanto a transparência das plataformas quanto o uso oficial de ferramentas de mensagens recebam escrutínio mais rigoroso do TSE antes do pleito.

Resumo produzido a partir de 3 fontes · Powered by Anchooor
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