Alcolumbre articula pacto suprapartidário para garantir presidência do Senado

Ele acelera votações para mostrar controle da pauta e buscar apoio cruzado antes das escolhas internas de fevereiro de 2027.

16 de outubro, 12:55

Alcolumbre acelerou votações-chave em meados de outubro, destacando-se o empurrão para revogar a escala 6x1, com o objetivo de estreitar laços com o PT e demonstrar poder político.

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Ele tem cortejado partidos do centrão e parcelas da base de Lula com o argumento explícito de que a presidência do Senado não deve ser ocupada por membro do mesmo partido do futuro presidente, para preservar a independência do Legislativo.

Há versões divergentes sobre a PEC da Segurança Pública: algumas reportagens afirmam que Alcolumbre a colocou na pauta para votação em outubro, enquanto outras dizem que ele a retirou minutos antes do início da votação por falta de acordo.

Aliados afirmam haver uma coalizão de trabalho de pelo menos 41 senadores do PT, MDB, PSD, União Brasil, PSB, PDT, Rede, Podemos, parte do PP e alguns senadores não alinhados do PL, mas esses números seguem provisórios à medida que as negociações continuam.

A investida é também uma demonstração de força do centrão por Alcolumbre e do presidente da Câmara, Hugo Motta, para moldar a agenda do Congresso e se posicionar para as votações internas de fevereiro de 2027 que decidirão o controle do Senado.

Resumo produzido a partir de 3 fontes · Powered by Anchooor
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