Eleições: disputa presidencial segue acirrada e pode ir ao segundo turno
Bloco de eleitores ainda persuadível e disputas apertadas por duas vagas no Senado mantêm decisão em aberto para o primeiro turno de 4 de outubro.
Pesquisas nacionais no fim de setembro mostram margem estreita no primeiro turno entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, com levantamentos pela internet e face a face indicando pequena vantagem de Lula dentro das margens de erro.
Cerca de um terço dos eleitores afirma estar disposto a mudar seu voto para presidente, um grupo persuadível que institutos e campanhas dizem poder decidir se a disputa termina no primeiro turno ou vai para o segundo.
Principais institutos têm divulgações finais programadas para 1º e 3 de outubro, fornecendo os últimos retratos estatísticos antes da votação de domingo, 4 de outubro.
Contestes-chave ao Senado são voláteis em estados grandes: em São Paulo há um empate técnico de quatro candidatos entre Guilherme Derrite, Simone Tebet, Marina Silva e André do Prado; no Distrito Federal e no Rio de Janeiro há disputas apertadas por duas vagas e padrões de intenção de voto que variam rapidamente.
As campanhas concentram os esforços finais nos maiores colégios eleitorais: Lula votará em São Bernardo do Campo e acompanhará a apuração em São Paulo, enquanto Flávio Bolsonaro fechará campanha no interior de São Paulo e acompanhará os resultados de Brasília, refletindo estratégias direcionadas para a noite eleitoral.