Último dia de campanha tem atos, confrontos de rua e problemas logísticos que testam a eleição
Incidentes expuseram pressões sobre a resposta a emergências às vésperas do segundo turno.
Ambas as campanhas fizeram grandes atos de encerramento no sábado, 24 de outubro. Luiz Inácio Lula da Silva realizou comícios em Copacabana e na Avenida Paulista, e Flávio Bolsonaro participou de motociatas e comícios em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro.
Em Juiz de Fora, um vídeo mostra uma caminhonete dirigida por um apoiador de Flávio Bolsonaro avançando contra um eleitor de Lula; o manifestante se afastou e a Polícia Militar local interveio para acompanhar a ocorrência.
Um veículo da escolta policial que transportava ou acompanhava urnas eletrônicas tombou em Gilbués (PI) no sábado. O TSE foi comunicado e equipes de reposição levaram as urnas às seções eleitorais, enquanto um policial foi levado a um hospital para observação.
Serviços de emergência atenderam a diversos acidentes de trânsito no mesmo período em todo o país, incluindo uma colisão fatal entre ônibus e caminhão na BR‑101, em Alagoas, que matou um motorista e deixou estudantes feridos, além de capotamentos e presos em ferragens em Minas Gerais, São Paulo, Paraíba e Goiás.
Chefes da polícia e procuradores alertaram que propostas para acabar com a marcação e a rastreabilidade de munições prejudicariam investigações criminais, aumentariam o risco de desvio de material para facções e acentuariam preocupações com segurança pública durante o tenso período eleitoral.