The Social Reckoning reabre críticas a Mark Zuckerberg
Filme de Aaron Sorkin, com Jeremy Strong como Zuckerberg, destaca pesquisas internas e decisões de política da Meta que teriam causado danos aos usuários; a companhia enfrenta processos bilionários
The Social Reckoning estreou em 4 de outubro e chega aos cinemas dos EUA em 9 de outubro.
Aaron Sorkin conta a história a partir da delatora Frances Haugen e reportagens do Wall Street Journal para mostrar como mudanças no algoritmo do Facebook em 2018 teriam privilegiado conteúdos compartilhados que provocam raiva e como a empresa se recusou a checar a veracidade de anúncios políticos.
Jeremy Strong interpreta Mark Zuckerberg, substituindo Jesse Eisenberg, que preferiu não voltar ao papel; a atuação imersiva e sempre em personagem de Strong tem sido um dos principais temas da divulgação.
A Sony contratou um escritório de advocacia externo para revisar o roteiro depois que os advogados da Meta enviaram uma carta em tom firme; a Meta preferiu não comentar. O filme chega enquanto a empresa enfrenta acordos bilionários e litígios em andamento sobre danos atribuídos às suas plataformas.
A crítica inicial define o filme como um drama de jornalismo investigativo contundente, duro com Zuckerberg sem reduzi‑lo a um vilão simplório, e ressalta que a obra pode intensificar a atenção pública e judicial sobre as práticas e escolhas de política da plataforma.