Startup de Palmer Luckey recebe US$200 mi para clonar e editar geneticamente cães de trabalho para as Forças dos EUA

Empresa diz ter biobanco de linhagens e quer lançar filhotes em 2027; pretende combinar animais com sensores e coletes da Anduril, sem contratos governamentais assinados

Hoje, 02:45

A Warhound saiu do período discreto com uma rodada seed de US$200 milhões e uma avaliação reportada de US$1,2 bilhão, anunciada na quinta‑feira, com investidores como In‑Q‑Tel, Sequoia, 8VC e ARK.

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A startup afirma ter biobankado linhas celulares de exemplares de ponta de Belgian Malinois, pastores‑alemães e retrievers e está realizando edições genéticas iniciais voltadas à remoção de variantes genéticas associadas a doenças, com o objetivo de melhorar a adaptabilidade ao treinamento e a longevidade.

A Warhound pretende clonar sua primeira ninhada com um parceiro já usado pela Colossal e diz que filhotes podem nascer no início de 2027, com a meta de ter cães em operação em cerca de dois anos se os testes e o treinamento ocorrerem conforme o esperado.

A empresa informou que a Anduril fornecerá ‘augments’ externos — como coletes com sensores, proteção ocular e sistemas de consciência situacional — para transmitir dados aos condutores. A Warhound explora um modelo de aquisição em estilo assinatura chamado “Canine‑as‑a‑Service” e ainda não tem contratos governamentais assinados.

A Warhound afirma estar trabalhando com a American Humane Society em certificação de treinamento e em programas de colocação para cães aposentados, mas seu plano levanta questões não resolvidas sobre regulamentação, bem‑estar animal e como as regras de compras militares dos Estados Unidos serão aplicadas.

Resumo produzido a partir de 9 fontes · Powered by Anchooor
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