Remoção e regras aumentam após descobrirem câmeras Flock sem autorização

Revogações de licenças e dispositivos não identificados geram fiscalizações e questionamentos legais sobre quem acessa registros de circulação veicular

Hoje, 18:30

A Flórida ordenou a retirada de leitores de placas no modelo Flock de vias estaduais após revogar a permissão que valia até 30 de setembro de 2026, ação que levou a remoções locais e novas inspeções.

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No condado de St. Lucie, técnicos identificaram 14 câmeras Flock além das 52 unidades aprovadas; as autoridades dizem que 11 desses equipamentos recém‑descobertos não têm dono identificado, de modo que o condado está arcando com eles e dando 30 dias para que proprietários os retirem.

A empresa Flock anunciou mudanças técnicas e de política em agosto de 2026: definição de retenção padrão de sete dias, auditoria automatizada e exigência de número de ocorrência para buscas até o fim do ano. Ainda assim, clientes poderão manter retenções mais longas, e certos mecanismos de emergência ou de compartilhamento poderão contornar os novos controles.

Estados e cidades passaram de paralisações a medidas concretas: Missouri publicou diretrizes operacionais; comunidades em Michigan desativaram câmeras após vandalismo; e vários municípios cancelaram ou reduziram contratos por preocupações com privacidade e uso indevido.

Investigações sobre uso indevido por agentes, decisões judiciais pendentes acerca de buscas retrospectivas sem mandado e buscas entre jurisdições, e a presença de dispositivos sem permissão deixam em aberto os limites legais sobre quem pode acessar dados históricos de leitores automáticos de placas (ALPR).

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