Payward entra no Project Glasswing e terá acesso ao Claude Mythos 5 para caçar falhas

Acesso restrito ao modelo da Anthropic permitirá varreduras em escala; achados vão passar por revisão humana antes de qualquer correção.

Hoje, 03:40

A Payward, dona da exchange Kraken, anunciou nesta segunda-feira que foi admitida no Project Glasswing, iniciativa por convite da Anthropic, e obteve acesso restrito ao modelo de cibersegurança Claude Mythos 5.

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Segundo a Anthropic, o Claude Mythos 5 consegue ler código em escala, identificar pontos fracos, sugerir correções e ajudar a testar caminhos de exploração. O acesso, porém, é limitado e a Anthropic exige monitoramento de segurança dos dados enviados por 30 dias.

A Payward afirma que, nas próximas semanas, vai executar o Mythos 5 em seus ambientes e integrar as descobertas ao seu processo de revisão de segurança já existente — sem aplicar correções automaticamente; todas as ações exigirão validação humana.

A empresa disse que reportará vulnerabilidades validadas em componentes open source de terceiros aos mantenedores, mas não divulgou quais alvos serão escaneados na primeira rodada, se sistemas de produção serão incluídos, cronograma de implantação, custos ou uma política de divulgação coordenada.

Project Glasswing já identificou milhares de achados de severidade alta e crítica. O governo dos Estados Unidos também autorizou acesso ao Mythos 5 para defensores vetados, avanço que pode acelerar a correção de falhas, mas também aumentar o ônus de verificação para mantenedores de software livre e equipes de segurança.

Resumo produzido a partir de 6 fontes · Powered by Anchooor
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