Mercedes rejeita subsídio da FIA para colete refrigerado por falta de verba
Equipe diz que alívios condicionais de US$50.000 e US$75.000 não garantem solução confiável para toda a corrida e implicariam abrir mão de upgrades de desempenho.
A Mercedes confirmou que não solicitou o subsídio da FIA para cofres com colete refrigerado e decidiu não desenvolver um colete líquido no cockpit porque o pequeno aporte adicional não asseguraria um sistema robusto para toda a distância de corrida.
O vice‑diretor da equipe, Bradley Lord, afirmou que a ajuda financeira era insuficiente para justificar desviar recursos de atualizações aerodinâmicas e mecânicas que melhoram o tempo de volta.
George Russell pediu publicamente que a FIA amplie o apoio depois de disputar uma prova sem o colete, dizendo que a Mercedes não havia reservado os recursos necessários para tornar o sistema confiável.
Equipes relataram problemas técnicos na primeira geração dos coletes: o resfriamento costuma durar entre 20 e 40 minutos e as tubulações podem ficar desconfortáveis em cockpits apertados.
A FIA ofereceu alívio no limite de custos condicionado — US$50.000 se um sistema resistir à distância completa de uma corrida e mais US$75.000 se resolver problemas de conforto, com comprovação em testes — uma solução de compromisso que deixa em aberto questões sobre governança e financiamento de segurança após o episódio de calor em Cingapura em 2024 e o lançamento dos coletes em 2025.