Mercedes rejeita subsídio da FIA para colete refrigerado por falta de verba

Equipe diz que alívios condicionais de US$50.000 e US$75.000 não garantem solução confiável para toda a corrida e implicariam abrir mão de upgrades de desempenho.

08 de outubro, 10:31

A Mercedes confirmou que não solicitou o subsídio da FIA para cofres com colete refrigerado e decidiu não desenvolver um colete líquido no cockpit porque o pequeno aporte adicional não asseguraria um sistema robusto para toda a distância de corrida.

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O vice‑diretor da equipe, Bradley Lord, afirmou que a ajuda financeira era insuficiente para justificar desviar recursos de atualizações aerodinâmicas e mecânicas que melhoram o tempo de volta.

George Russell pediu publicamente que a FIA amplie o apoio depois de disputar uma prova sem o colete, dizendo que a Mercedes não havia reservado os recursos necessários para tornar o sistema confiável.

Equipes relataram problemas técnicos na primeira geração dos coletes: o resfriamento costuma durar entre 20 e 40 minutos e as tubulações podem ficar desconfortáveis em cockpits apertados.

A FIA ofereceu alívio no limite de custos condicionado — US$50.000 se um sistema resistir à distância completa de uma corrida e mais US$75.000 se resolver problemas de conforto, com comprovação em testes — uma solução de compromisso que deixa em aberto questões sobre governança e financiamento de segurança após o episódio de calor em Cingapura em 2024 e o lançamento dos coletes em 2025.

Resumo produzido a partir de 5 fontes em 4 veículos · Powered by Anchooor
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