Lula e Flávio fazem atos no último dia de campanha; pesquisas mantêm segundo turno indefinido

Regras eleitorais obrigaram formatos distintos de fechamento; levantamentos mostram disputa apertada e proposta de tirar identificação de munição gera alerta de policiais

Hoje, 16:40

No sábado, 24 de outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou de grandes caminhadas em Copacabana e na Avenida Paulista, onde acusou Flávio Bolsonaro de ligações com milícias e conclamou apoiadores a mobilizar eleitores indecisos.

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O senador Flávio Bolsonaro organizou uma motociata em Belo Horizonte e depois esteve em Barra da Tijuca, sem fazer discursos formais após orientação jurídica para evitar formatos de comício proibidos.

Uma compilação de seis pesquisas nacionais publicada entre 23 e 24 de outubro mostra uma disputa apertada: Flávio aparece numericamente à frente em cinco levantamentos, mas a maioria dos resultados está dentro da margem de erro, deixando o resultado incerto para a votação de domingo.

Autoridades policiais e pesquisadores alertaram que propostas para retirar as marcas de identificação das munições dificultariam investigações criminais, citando trabalhos forenses que encontraram muitos estoques de cartuchos com códigos institucionais.

Os preparativos locais seguiram paralelos aos atos, incluindo uma marcha pró‑Lula e o teste de 16 urnas eletrônicas em Fernando de Noronha, sinal de prontidão operacional antes do segundo turno de 25 de outubro.

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