Lula coloca eleição de 2026 como defesa da soberania e critica rivais alinhados a Trump
Presidente diz que líderes estrangeiros devem respeitar controle do Brasil sobre minerais críticos e afirma que rejeitará qualquer intervenção dos EUA
Lula afirmou, em eventos de campanha e em entrevista por podcast, que a eleição de 2026 é uma escolha entre soberania nacional e políticos que se aproximam do presidente dos EUA, Donald Trump.
Ele disse que falou com Trump para que não intervenha na votação no Brasil e previu que o candidato preferido por Trump iria perder, acrescentando que não se preocuparia se o reconhecimento de uma eventual vitória sua fosse adiado.
Em discursos em Fortaleza e em Belém, Lula vinculou soberania à política econômica, defendendo que o Brasil deve extrair, processar e industrializar em território nacional terras‑raras e outros minerais críticos.
Suas declarações repetiram uma posição firme de que o país não tolerará tentativas internas ou externas de subverter a vontade popular e que as relações diplomáticas devem respeitar a autonomia nacional.
A cobertura internacional destacou que o Brasil se prepara para medidas de proteção contra influência estrangeira nas eleições, incluindo monitoramento de lobby externo e de desinformação online que poderia beneficiar a oposição alinhada a Bolsonaro.