Jenna Ortega salva Klara and the Sun, mas filme divide críticas
A atuação de Ortega é elogiada; críticos reclamam de mudanças de tom, do segundo ato carregado e do humor de Taika Waititi.
Klara and the Sun, dirigido por Taika Waititi e coescrito com Dahvi Waller, estreou em circuito amplo na sexta-feira, 23 de outubro de 2026, depois de pré-estreia no BFI London Film Festival e exibições para a imprensa.
Quase todas as críticas apontam a transformação física e emocional de Jenna Ortega como o principal elemento do filme e o motivo central para conferi‑lo.
Os críticos frequentemente censuram o humor expansivo de Waititi e as mudanças de tom, que dizem enfraquecer a investigação moral introspectiva do romance. Muitos também consideram o segundo ato — a partir da segunda hora — sobrecarregado e pouco desenvolvido.
Elementos-chave do livro de Kazuo Ishiguro aparecem na tela, incluindo Amigos Artificiais (AFs) movidos a energia solar, o Sol como objeto de fé de Klara, e as consequências sociais de crianças geneticamente “lifted” (termo do filme para um tipo de aprimoramento). Revisores afirmam que essas ideias são mostradas, mas não exploradas com profundidade.
A cenografia e a trilha, com viés indie, foram elogiadas. Observadores da indústria dizem que a reação inicial em festivais e entre críticos será acompanhada de perto por seus efeitos na bilheteria de abertura e na presença do público nas semanas seguintes.