IndyCar vai usar combustível 100% renovável produzido em Indiana a partir de 2027

Shell diz que nova mistura reduz emissões do ciclo de vida em pelo menos 70% e manterá desempenho atual da categoria.

Hoje, 12:28

O anúncio foi feito na sexta-feira, 21 de agosto de 2026: a partir da temporada de 2027 todas as equipes da IndyCar usarão a versão atualizada do Shell 100% Renewable Race Fuel; as corridas restantes de 2026 seguem com a fórmula atual.

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A nova mistura muda boa parte do etanol para uma matéria-prima dos Estados Unidos, produzida a partir de resíduos do processo de destilação de uma mistura de grãos em Indiana, e combina esse etanol com outros componentes renováveis.

A Shell afirma que, segundo dados e modelagem de fornecedores citados pela empresa, as emissões de gases de efeito estufa ao longo do ciclo de vida da nova mistura ficam pelo menos 70% abaixo da linha de base média de gasolina do Renewable Fuel Standard.

IndyCar e os fabricantes de motores esperam que o novo combustível atenda aos requisitos atuais de desempenho e durabilidade dos motores Honda e Chevrolet. Autoridades descrevem a mudança como continuidade da parceria de longa data com a Shell, que usa as corridas para testar tecnologias.

A alteração reduz grande parte do fornecimento anterior de etanol da Raízen, no Brasil, substituindo-o por origem doméstica nos EUA, e é apresentada também como um vínculo econômico local entre a agricultura de Indiana e o esporte, seguindo a adoção inicial do combustível renovável da Shell pela IndyCar em 2023.

Resumo produzido a partir de 5 fontes · Powered by Anchooor
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