Flávio Bolsonaro nega privatização de bancos públicos e diz que manterá Bolsa Família
Ele apresentou a proposta como um programa de mobilidade que usaria a Caixa para ampliar crédito a mulheres e empreendedores da periferia e para inserir beneficiários no mercado de trabalho pago.
Flávio Bolsonaro negou planos de privatizar bancos públicos em um almoço de campanha fechado na Barra da Tijuca na sexta-feira e chamou a Caixa de um “banco da prosperidade” para favelas e periferias.
Ele prometeu manter o Bolsa Família ao integrá-lo a um programa de “mobilidade social” voltado para formação profissional, para ajudar beneficiários a aumentar suas rendas.
O candidato propôs direcionar a Caixa para ampliar o crédito em bairros pobres e oferecer financiamento mais barato e desoneração fiscal voltados a mulheres empreendedoras.
Flávio aproveitou o evento para criticar as escolhas econômicas de Lula, afirmando que subsídios a combustíveis terminarão em 25 de outubro e alertando que o preço do diesel poderia subir após a eleição — alegação apresentada sem prova operacional.
Os anúncios faziam parte de um esforço para mobilizar aliados do PL no Rio liderados pelo governador eleito Douglas Ruas e para tranquilizar eleitores de baixa renda, embora repórteres observem que suas propostas carecem de planos de implementação detalhados.