Flávio Bolsonaro nega privatização de bancos públicos e diz que manterá Bolsa Família

Ele apresentou a proposta como um programa de mobilidade que usaria a Caixa para ampliar crédito a mulheres e empreendedores da periferia e para inserir beneficiários no mercado de trabalho pago.

Hoje, 17:11

Flávio Bolsonaro negou planos de privatizar bancos públicos em um almoço de campanha fechado na Barra da Tijuca na sexta-feira e chamou a Caixa de um “banco da prosperidade” para favelas e periferias.

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Ele prometeu manter o Bolsa Família ao integrá-lo a um programa de “mobilidade social” voltado para formação profissional, para ajudar beneficiários a aumentar suas rendas.

O candidato propôs direcionar a Caixa para ampliar o crédito em bairros pobres e oferecer financiamento mais barato e desoneração fiscal voltados a mulheres empreendedoras.

Flávio aproveitou o evento para criticar as escolhas econômicas de Lula, afirmando que subsídios a combustíveis terminarão em 25 de outubro e alertando que o preço do diesel poderia subir após a eleição — alegação apresentada sem prova operacional.

Os anúncios faziam parte de um esforço para mobilizar aliados do PL no Rio liderados pelo governador eleito Douglas Ruas e para tranquilizar eleitores de baixa renda, embora repórteres observem que suas propostas carecem de planos de implementação detalhados.

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