FIA impõe firewall rígido entre equipes de F1 e suas matrizes a partir de 2027

Nova regra amplia poderes de inspeção e proíbe contribuições técnicas não divulgadas de divisões fora da F1.

Hoje, 20:45

O Conselho Mundial de Automobilismo da FIA aprovou, na quarta‑feira, 21 de outubro de 2026, um acréscimo de 12 páginas ao regulamento operacional de 2027 que exige formalmente que as equipes implementem medidas de segregação antes do início da temporada de 2027.

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As equipes terão de criar áreas fisicamente restritas dentro das fábricas com controlo eletrónico de acesso e manter registos de entrada por três anos, para que a FIA possa verificar quem esteve em espaços de trabalho da F1.

Sistemas de TI deverão ser isolados para impedir que funcionários de divisões não‑F1 partilhem resultados digitais com o pessoal da F1, e instalações partilhadas — como túneis de vento ou simuladores — só poderão ser usadas quando os dois grupos não estiverem presentes ao mesmo tempo.

As regras sobre movimentação de pessoal ficaram mais rígidas: empregados não‑F1 que se mudarem para a equipa de F1 terão de cumprir um período de carência de três meses e, depois, um contrato exclusivo com a F1 de 12 meses; os salários continuarão a contar para o cost cap quando ocorrerem mudanças de função.

A FIA também passa a ter poderes explícitos de inspeção no local e auditoria forense de TI, uma alteração destinada a fechar lacunas de longa data em torno do teto orçamentário — mudança que provavelmente aumentará custos e forçará alterações estruturais em equipes apoiadas por fabricantes.

Resumo produzido a partir de 7 fontes · Powered by Anchooor
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