Ferramentas de IA alimentam nova onda de influência nas eleições dos EUA

Alertas do governo americano e empresas apontam para bots, deepfakes e redes de sites falsos que podem minar a confiança dos eleitores antes das eleições de novembro

Hoje, 19:28

Avisos divulgados no fim de outubro por Google e agências de inteligência dos Estados Unidos indicam que a Rússia estaria usando bots e inteligência artificial generativa para espalhar vídeos fabricados, deepfakes e propaganda dirigida antes das eleições de meio de mandato, em novembro de 2026.

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Pesquisadores encontraram redes rapidamente criadas de sites de notícias ‘amigáveis à IA’ — também chamados de “pink slime” — projetadas para abastecer chatbots e enviesar respostas sobre candidatos em várias disputas para a Câmara dos Deputados.

Testes independentes feitos neste mês pelo Brennan Center mostraram que apenas a OpenAI apertou recentemente controles contra desinformação eleitoral; outros grandes chatbots apresentaram proteções inconsistentes ou mais fracas.

Desde a dissolução, em 2024, do Election Integrity Partnership não existe um novo marco federal específico para mitigação de ameaças eleitorais, o que deixa a resposta dependente de políticas variadas de empresas e do trabalho de observadores e organizações de checagem.

Autoridades dizem que os danos mais prováveis são a erosão da confiança pública e a persuasão dirigida que altera o que eleitores veem; afirmam também que é improvável haver manipulação direta da contagem de votos, embora ataques cibernéticos a instalações eleitorais não possam ser totalmente descartados.

Resumo produzido a partir de 5 fontes · Powered by Anchooor
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