Falha no resfriamento da Honda deixa Aston Martin com duas desistências no México

Montadora diz que circuito de resfriamento do ERS ficou sobrecarregado em altitude e que telemetria vai orientar redesenho da unidade de potência para 2027.

Hoje, 14:34

As duas Aston Martin pararam nas primeiras voltas do Grande Prêmio do México depois que as equipes registraram sinais anormais de pressão e falhas no resfriamento do ERS, forçando as desistências na pista.

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Shintaro Orihara, chefe de pista da Honda, assumiu a responsabilidade e afirmou que o fabricante subestimou o estresse térmico; os dados de corrida serão levados à instalação da Honda em Sakura para desenvolver correções.

O problema apareceu no treino classificatório e na corrida, apesar de sessões de treinos livres sem anomalias, o que tornou a falha difícil de prever e impediu mudanças de curto prazo que evitassem o duplo DNF.

O ar rarefeito da Cidade do México — cerca de 20% menos denso a aproximadamente 2.250 metros de altitude — aumentou a demanda sobre o turbo e o resfriamento, expondo uma fraqueza agravada pela remoção do MGU‑H da arquitetura da unidade de potência em 2026.

O resultado prejudica o fim de semana de corrida da Aston Martin e o moral da equipe, transforma a etapa de São Paulo em um teste inicial para medidas de curto prazo e integra o trabalho de revisão em duas fases da Honda que mira um redesenho da unidade de potência para 2027.

Resumo produzido a partir de 7 fontes em 5 veículos · Powered by Anchooor
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