Campanha de Lula leva Meta à OEA por suposta seletividade algorítmica

Representação também será enviada à ANPD e a observadores do TSE para apurar se algoritmos moldam exposição de eleitores

14 de outubro, 21:25

A campanha de Lula anunciou nesta quarta-feira que vai denunciar a Meta à Organização dos Estados Americanos (OEA) após documentar o que chama de “seletividade algorítmica” no WhatsApp e no Instagram.

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Equipes da campanha afirmam que a IA do WhatsApp recusou gerar imagens pró‑Lula enquanto produzia imagens para Flávio Bolsonaro, e que o perfil de Lula no Instagram sofreu restrições temporárias, como ausência de controles de repostagem e falhas em Stories.

A Meta rejeita as acusações, dizendo que os problemas relatados são técnicos, não se limitam ao Brasil nem a contas específicas, e que a empresa cumpre as regras eleitorais brasileiras.

A campanha protocolou uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e levará provas à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e a observadores internacionais credenciados pelo TSE.

A disputa reforça a iniciativa de um ano do presidente Lula por regras mais rígidas para as big techs e pode provocar escrutínio regulatório sobre como sistemas de recomendação de plataformas e IAs generativas distribuem conteúdo político.

Resumo produzido a partir de 3 fontes · Powered by Anchooor
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