Augusto Cury sobe para dois dígitos nas pesquisas e preocupa candidatos do topo
Levantamentos mostram entre 7,8% e 11%; ganho de mais de 2 milhões de seguidores em dias pressiona Lula e Flávio Bolsonaro a disputar o eleitorado de Cury para 2026
Pesquisas divulgadas entre 1º e 2 de setembro colocam Augusto Cury entre cerca de 11% (Real Time Big Data e BTG Pactual/Nexus) e 7,8% (AtlasIntel/Bloomberg), mostrando variação conforme o instituto e a metodologia.
Nos últimos dias ele passou a ter mais de 2 milhões de seguidores a mais nas redes sociais — um salto que sua equipe descreve como espontâneo e atribui a gastos digitais modestos de R$20.000 a R$50.000.
Adversários questionaram o crescimento, acusando uso de contas automatizadas ou coordenadas; uma equipe chegou a mencionar ‘máquinas indianas’, mas não foi apresentada prova técnica pública que comprove essas alegações.
O avanço inesperado pressiona Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro a reaprender como dialogar com os eleitores que Cury vem atraindo, porque um terceiro candidato mais forte pode alterar a dinâmica para o segundo turno em 2026.
Cury tem usado a atenção para defender mudanças institucionais: disse que impulsionaria no Congresso a discussão sobre reformas para um sistema parlamentarista ou semipresidencialista caso seja eleito. Sua ascensão também reflete, segundo analistas citados, um desgaste mais amplo com a polarização política.