Assessores do DHS pediram que agência de cibersegurança adquirisse e tentasse invadir urna eletrônica

Reportagem diz que indicados políticos instruíram a CISA a ocultar falhas e repassar resultados à Casa Branca; operação não foi executada.

Hoje, 14:51

Relatório da ProPublica publicado segunda-feira afirma que indicados políticos do Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) mandaram a Cybersecurity and Infrastructure Security Agency (CISA) comprar uma urna eletrônica, tentar comprometê‑la e repassar as descobertas à Casa Branca.

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Os assessores instruíram a CISA a não avisar o fabricante da urna caso fossem encontradas falhas — procedimento que foge à prática comum de divulgação responsável de vulnerabilidades, cujo objetivo é corrigir os problemas em vez de escondê‑los.

Funcionários de carreira da CISA resistiram repetidamente à ordem e a operação nunca foi executada, em parte porque especialistas capazes de realizar o trabalho haviam sido demitidos nas reduções promovidas pela administração no Department of Government Efficiency.

Desde o início de 2025, a administração cortou cerca de um terço do efetivo da CISA e propôs cortes orçamentários mais profundos para 2027; autoridades eleitorais afirmam que a agência esteve amplamente ausente durante preparativos de segurança para as eleições de meio de mandato.

Legisladores democratas pediram investigações sobre a capacidade da CISA e o uso de fundos federais para segurança eleitoral. A Casa Branca defendeu o presidente, e DHS/CISA ainda não divulgaram uma resposta pública completa ao relatório.

Resumo produzido a partir de 6 fontes · Powered by Anchooor
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