Trump diz que perdoaria aliados e Elon Musk se democratas vencerem a Câmara

Promessa provoca impasse sobre limites do poder presidencial: perdões cobrem só crimes federais e não impedem processos estaduais ou investigações do Congresso.

Hoje, 15:14

O presidente Donald Trump disse ao New York Post que perdoaria preventivamente membros da administração e aliados, citando Elon Musk como exemplo de quem ele protegeria caso os democratas recuperem o controle da Câmara dos Representantes.

Publicidade · Cloudways
Hospede na Cloudways com desconto de 30% por 3 meses
Cupom: CODEBR30X3

Especialistas e veículos de imprensa observam que o perdão presidencial alcança apenas crimes federais e não pode bloquear processos estaduais, ações civis, impeachment ou intimações do Congresso.

Reportagens notam também que, como o Departamento de Justiça (DOJ) responde ao presidente, é improvável que acusações criminais contra aliados sejam apresentadas enquanto Trump controlar o DOJ, mesmo se comissões da Câmara fizerem encaminhamentos.

Líderes democratas dizem ter passado meses planejando uma fiscalização agressiva e afirmaram a jornalistas que buscarão casos de alto perfil — os chamados “casos‑marca” — contra auxiliares e associados de Trump caso ganhem a Câmara.

A proposta se apoia em precedentes recentes — incluindo os perdões em massa de 6 de janeiro concedidos por Trump em 2025 e perdões de fim de mandato de Joe Biden — e vem sendo coberta de forma distinta: veículos de direita destacam o caráter defensivo da promessa, enquanto de esquerda enfatizam o risco à fiscalização do Executivo.

Resumo produzido a partir de 11 fontes · Powered by Anchooor
Publicidade · Cloudways
Hospede na Cloudways com desconto de 30% por 3 meses
Ver oferta