The Social Reckoning estreia fraco e tem críticas mistas
Bilheteria de US$5,5 milhões na América do Norte e avaliações mornas ressaltam falta de apelo do filme
O filme estreou com cerca de US$5,5 milhões na América do Norte e cerca de US$9 milhões no mundo no fim de semana de abertura, um começo fraco diante de um orçamento de produção reportado de US$30 milhões e gastos de marketing substanciais.
A reação da crítica e do público foi morna: cerca de 55% de avaliação dos críticos no Rotten Tomatoes e um CinemaScore B-, que indica divulgação boca a boca apenas moderada.
Críticos apontaram como ponto fraco a decisão de Aaron Sorkin de dirigir seu próprio roteiro, dizendo que o filme carece do controle visual e da nuance que David Fincher trouxe a The Social Network, e criticaram a nova escalação para o papel de Mark Zuckerberg.
Comentadores também reprovaram o enquadramento político do filme por estabelecer uma ligação causal unilateral entre escolhas de algoritmo do Facebook e danos sociais, e observaram que a familiaridade pública com os Facebook Files diminuiu a novidade da história.
Analistas da indústria veem o destino do filme como reflexo de tendências maiores: o interesse de grandes audiências por escândalos de tecnologia esfriou, filmes concorrentes sobre o setor e acordos judiciais recentes envolvendo a Meta tornaram o tema mais rotineiro do que revelador, e essa combinação torna incerto um caminho claro para a lucratividade.