Testes nucleares em Monte Mantap reativaram falhas e provocaram quase 1.400 terremotos

Estudo aponta que explosões subterrâneas repetidas, lideradas pelo teste de 3 set. de 2017, fracturaram a crosta rasa e mantiveram sismicidade organizada por anos, complicando verificação e riscos locais.

Ontem, 22:02

Um estudo publicado em 17 de setembro de 2026 analisou dados sísmicos e de satélite e identificou cerca de 1.399 terremotos locais perto do Monte Mantap entre 2008 e 2025, com um claro aumento após o teste de 3 de setembro de 2017.

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A maioria dos eventos foi pequena e rasa, em geral magnitude 2–3, mas a taxa e o tamanho dos tremores cresceram até 2025 e se concentraram ao longo de duas zonas de falha norte-noroeste que se estendem por cerca de 24 quilômetros.

Os autores principais dizem que testes subterrâneos repetidos fracturaram e enfraqueceram progressivamente a crosta rasa da montanha, alteraram tensões em falhas intraplacas preexistentes e provavelmente permitiram que essas falhas fossem reativadas ao longo de anos.

A equipe não encontrou evidência sísmica de novas detonações desde 2017, mas relatórios internacionais indicam que a Coreia do Norte começou a restaurar túneis de teste em 2022 e recuperou acesso ao local em 2025, o que complica o monitoramento em curso.

Os pesquisadores alertam que o sistema de falhas reativado poderia produzir um tremor maior se totalmente acionado, o que eleva preocupações de segurança local e significa que a verificação de tratados pode exigir vigilância mais longa e detalhada para evitar atribuições incorretas.

Resumo produzido a partir de 13 fontes · Powered by Anchooor
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