Reavaliação técnica mostra que SR-71 gerava 80% do empuxo de cruzeiro nas entradas de ar

Motor J58 funcionava como turbo‑ramjet em pós‑combustão contínua; exigia combustível JP‑7, ignição por trietilborano e manutenção intensa

Ontem, 20:53

Cobertura recente de setembro de 2026 reafirma que, a Mach 3,2, o SR‑71 produzia cerca de 80% do empuxo de cruzeiro nas entradas de ar e no bocal ejetor, e não no núcleo do motor.

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A Pratt & Whitney e históricos técnicos descrevem o J58 como um turbo‑ramjet que operava em pós‑combustão completa por horas, com temperaturas de escape próximas de 3.400°F (1.871°C).

O motor usava um sistema patenteado de bleed‑bypass no compressor que desviava ar ao redor do núcleo para o pós‑combustor, aumentando o fluxo de massa e evitando o surge do compressor em alta velocidade.

Manter a pós‑combustão contínua exigia o combustível JP‑7 e ignição por trietilborano, o que levou a grande consumo de combustível, ciclos de manutenção intensos e logística especializada.

Memórias de pilotos e relatos do programa mostram como o projeto da propulsão determinou o formato da fuselagem, os custos e os riscos operacionais, e por que as soluções de fabricação para titânio do SR‑71 seguem sendo parte importante de seu legado.

Resumo produzido a partir de 6 fontes em 2 veículos · Powered by Anchooor
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