Promotoria encerra acusação no julgamento de ex‑detetive acusado de matar Sandra Birchmore

Júri terá de avaliar provas digitais, imagens de vigilância e perícia médica — e uma teoria federal rara que pode levar à prisão perpétua obrigatória se concluir que o crime ocultou outros delitos federais.

Hoje, 07:17

A promotoria encerrou sua apresentação após expor uma linha do tempo digital elaborada pelo FBI, imagens de vigilância e depoimentos de peritos que, segundo os investigadores, colocam Matthew Farwell no apartamento de Sandra Birchmore nas suas horas finais.

Publicidade · Cloudways
Hospede na Cloudways com desconto de 30% por 3 meses
Cupom: CODEBR30X3

Os promotores dizem que milhares de mensagens de texto, dados de chamadas, localização e de um Apple Watch mostram uma longa relação de aproximação e apontam um motivo: Farwell teria matado Birchmore para impedir que ela denunciasse suposta exploração sexual.

A defesa começou a chamar testemunhas para sustentar a versão de suicídio, entre elas um administrador do Massasoit Community College que afirmou que Birchmore relatou uma tentativa de suicídio anos antes.

Exames postmortem excluíram Farwell como pai do feto e identificaram outro homem que prestou depoimento sob imunidade. No julgamento também foram ressaltadas falhas ou procedimentos mal conduzidos pela polícia de Stoughton.

Uma condenação federal se apoiaria em uma teoria jurídica incomum — de que o homicídio foi cometido para ocultar crimes federais —, conclusão que prevê pena obrigatória de prisão perpétua e que depende fortemente da interpretação, pelo júri, de provas forenses e digitais contestadas.

Resumo produzido a partir de 5 fontes · Powered by Anchooor
Publicidade · Cloudways
Hospede na Cloudways com desconto de 30% por 3 meses
Ver oferta