Netanyahu pede plano alternativo com blockchain; Banco de Israel rejeita usar cripto para driblar sanções

Divergência pública expõe debate sobre riscos econômicos, isolamento e impacto nos mercados caso Israel tente contornar medidas bancárias.

Hoje, 08:54

O primeiro‑ministro Benjamin Netanyahu disse em entrevista, publicada em 23 de outubro, que pediu a assessores um plano que poderia usar blockchain ou moedas digitais como contingência caso bancos imponham sanções ao país.

Publicidade · Cloudways
Hospede na Cloudways com desconto de 30% por 3 meses
Cupom: CODEBR30X3

Em 24 de outubro, o Banco de Israel divulgou nota pública afirmando que criptomoedas não podem ser usadas para contornar sanções e que é importante preservar as relações com os principais parceiros comerciais de Israel.

Mais de 100 economistas e autoridades financeiras, além de líderes da oposição, advertiram que uma estratégia para driblar sanções pode levar ao isolamento, afastar investimento estrangeiro e prejudicar o padrão de vida.

Analistas e exemplos de sanções anteriores apontam limites práticos para um “atalho” em cripto: blockchains públicos são rastreáveis, e autoridades podem mirar pontos de entrada e saída (on‑ e off‑ramps), emissores e exchanges para congelar ou bloquear fluxos.

Israel tem alguns elementos de infraestrutura de ativos digitais — um stablecoin em shekel aprovado por regulador (BILS) e trabalho do banco central em um shekel digital — mas especialistas dizem que essas iniciativas estão longe de constituir um sistema de pagamentos paralelo viável. Mercados estão atentos a qualquer mudança de política ou desordem nos negócios que isso possa provocar.

Resumo produzido a partir de 16 fontes em 13 veículos · Powered by Anchooor
Publicidade · Cloudways
Hospede na Cloudways com desconto de 30% por 3 meses
Ver oferta