Muse, da Meta, chega ao top 3 da App Store e já gera dúvidas sobre segurança e privacidade

Acesso a e‑mail, calendário e pagamentos dá tração inicial, mas levantamento de anúncios e pesquisas mostram resistência dos consumidores.

Hoje, 05:06

Muse estreou nos EUA nesta semana e subiu para entre os três aplicativos mais baixados na App Store; a Sensor Tower reportou mais de 83.000 downloads no iOS.

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O agente pode navegar na web, enviar e‑mails, gerenciar calendários e preparar ou concluir compras ao se conectar a serviços como Gmail, Google Calendar, Plaid e Stripe Link.

A Meta afirma que o Muse de cada usuário roda em uma máquina virtual segura dedicada, que o usuário controla os escopos de permissão e pode optar por não ter suas interações utilizadas para treinar modelos, e que o produto usa o modelo Muse Spark 1.3.

A empresa lançou planos de assinatura escalonados: uma camada gratuita limitada e planos pagos de US$20 e US$100. O JPMorgan reavaliou a Meta para cima e elevou seu preço‑alvo citando o Muse e modelos de ponta como nova via de crescimento.

Horas depois do impulso de mercado gerado pelo Muse, o procurador distrital de São Francisco enviou uma ordem de cessar e desistir ligada a 350 anúncios identificados como promovendo material de exploração infantil gerado por IA. Além disso, pesquisas com consumidores indicam que muitas pessoas não querem compartilhar suas caixas de entrada ou dados de pagamento — fatores que podem frear a adoção mais ampla — mesmo com sinais da Meta de expansão para o Canadá.

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