Líder de quadrilha se declara culpado por roubo de US$245 milhões em Bitcoin

Promessa de confissão dá ao governo federal mais poder para rastrear e apreender criptomoedas roubadas

Hoje, 12:59

Malone Lam, 22, cidadão de Singapura que vivia em Miami, declarou‑se culpado em 8 de setembro de 2026 de uma acusação de participação em conspiração sob a lei RICO e pode pegar até 20 anos de prisão; audiência de status está marcada para 8 de dezembro de 2026.

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Segundo os promotores, o esquema roubou e lavou mais de 4.100 Bitcoin em um único furto em Washington, D.C. Conspiradores teriam usado engenharia social, passando‑se por representantes do Google e da corretora Gemini, para obter acesso às contas das vítimas.

A operação ocorreu pelo menos de outubro de 2023 a maio de 2025 e combinou fraudes online, bancos de dados coletados e até invasões residenciais para obter credenciais e equipamentos necessários para movimentar os fundos.

Investigadores afirmam que os recursos roubados financiaram gastos luxuosos, entre eles dezenas de carros exóticos, relógios de milhões de dólares, fretamentos de jatos privados, casas alugadas e contas altas em casas noturnas; compras visíveis ajudaram a rastrear parte do produto do crime.

O uso da lei RICO pelo Departamento de Justiça permite aos promotores perseguir os organizadores e buscar amplas apreensões de bens e restituição. Autoridades dizem que as acusações e os esforços em andamento para recuperar ativos contra outros réus incluídos na denúncia de 18 pessoas continuarão.

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