Google libera Gemini 4 Argon para desenvolvedores e assinantes pagantes
Acesso pago via API com preços promocionais até 30/11; versão sem filtros para defensores de segurança selecionados e testes grátis limitados a cientistas
O Google passou a oferecer globalmente, na terça‑feira 13 de outubro, o modelo Gemini 4 Argon. Desenvolvedores podem acessá‑lo pela API paga do Gemini, e assinantes do Google AI Pro e AI Ultra recebem acesso no app Gemini e no buscador.
A API tem preço de lançamento de US$2 por milhão de tokens de entrada e US$10 por milhão de tokens de saída até 30/11; após essa data os preços dobram e o modelo passa a impor um orçamento único de 1 milhão de tokens que conta tanto entrada quanto saída.
O acesso é restrito: Argon fica em camadas pagas para usuários gerais, é reservado ao AI Ultra no programa Antigravity para tarefas agenéticas de programação, e o Google ampliou o programa Fairwind para oferecer a versões sem limitações a defensores cibernéticos aprovados.
O Google cita ganhos internos — refatorações de engenharia mais rápidas, menos reversões de código e desempenho em benchmarks como o Vals Index, além de uma pontuação de 87% em embodied reasoning — enquanto testes independentes mostram resultados mistos. Mercados de previsões atualmente favorecem o Google em outubro.
A novidade pode reduzir custos por token para usuários intensivos durante a janela promocional, acelerar fluxos de trabalho profissionais em múltiplas etapas se a qualidade se mantiver, e aumentar o escrutínio sobre controles de segurança à medida que empresas e reguladores observam o uso de Argon em segurança e pesquisa científica.