Dragon’s Dogma 2: expansão Dark Arisen recebe elogios iniciais por grande conteúdo em Norgan
Crítica diz que DLC paga aprofunda o RPG com nova região gelada, mecânicas de sobrevivência e encontros difíceis; problemas de navegação do jogo base persistem
Críticas publicadas na quarta‑feira, 7 de outubro de 2026, elogiam Dark Arisen como uma expansão paga substancial para Dragon’s Dogma 2 que acrescenta a fria região de Norgan e uma trama autônoma sobre um suposto segundo Arisen.
A Capcom introduz novas mecânicas, incluindo um ciclo de avaliação de relíquias que exige que artefatos encontrados sejam avaliados por um NPC antes de usá‑los, além de Whiteouts e uma Heatstone fabricável que limitam a visibilidade e aplicam penalidades por frio.
A expansão traz novos inimigos e encontros cenográficos — como Beorcans e um dragão imortal — com masmorras desafiadoras; os críticos recomendam nível de poder mínimo em torno de 40 para exploração segura.
As análises destacam desempenho sólido em várias plataformas e indicam o Nintendo Switch 2 como uma boa forma de jogar. Segundo as reviews, a expansão pode adicionar aproximadamente 25–30 horas de conteúdo para quem se dedica integralmente.
Os críticos também alertam que alguns problemas do jogo base permanecem: marcadores de missão imprecisos, travessia e navegação desajeitadas e várias missões secundárias pouco inspiradas. Apontam ainda que reaproveitar o nome Dark Arisen pode causar confusão com a expansão original do primeiro jogo.