Documentário de quatro horas sobre Musk estreia em Veneza; ex-parceira diz que rejeitou NDA de US$40 milhões
Filme faz várias acusações, inclui avatar de IA de Musk e levou a negações públicas e avisos legais antes da estreia.
O documentário Musk, dirigido por Alex Gibney, estreou no Festival de Veneza na terça‑feira, 8 de setembro de 2026, e tem quase quatro horas de duração.
No debate com a imprensa em Veneza, Ashley St. Clair afirmou que recusou uma oferta de suposto acordo de confidencialidade (NDA) de US$40 milhões para poder falar diante das câmeras sobre o relacionamento com Elon Musk.
Entre as declarações em cena, St. Clair apresenta mensagens que, segundo ela, mostram Musk expressando o desejo por uma “legião de filhos antes da guerra civil” e alega que ele usava a plataforma X para fomentar divisão.
Musk negou publicamente a afirmação sobre o NDA, chamou o filme de “hit piece” e o advogado dele enviou aos cineastas uma carta legal antes da estreia alertando para possíveis medidas.
Gibney recorreu a um avatar gerado por inteligência artificial de Musk depois que ele recusou ser entrevistado. Críticos dizem que essa escolha levanta questões éticas e legais e intensificou o debate sobre a influência da X e a responsabilização de bilionários.