Campanhas intensificam atos de rua e debates, pesquisas e decisões judiciais remodelam a disputa
Incerteza sobre candidaturas e nova proibição federal a apostas de cota fixa mudam a comunicação dos partidos na reta final antes do primeiro turno em 4 de outubro.
As campanhas se concentraram em eventos de rua neste último fim de semana antes do primeiro turno em 4 de outubro, com caminhadas, carreatas e panfletagens em vários estados para conquistar eleitores indecisos de última hora.
Flávio Bolsonaro confirmou presença no debate da TV Globo em 1º de outubro e usou comícios no fim de semana para pressionar o presidente Lula a debater e para apresentar propostas de lei e ordem ao eleitorado conservador.
O governo Lula assinou, em 25 de setembro, uma medida que proíbe a operação e a publicidade de apostas de cota fixa e informou que enviará um projeto de lei ao Congresso, transformando a regulamentação do jogo online em pauta tardia da campanha.
Novas pesquisas divulgadas nesta semana mostram disputa acirrada para o governo de Pernambuco entre Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB). O Datafolha aponta Tarcísio de Freitas com vantagem de cerca de 20 pontos sobre Fernando Haddad em São Paulo.
Incerteza judicial tardia no Rio — o TRE‑RJ barrou o registro de Anthony Garotinho em 11 de setembro e seu recurso segue pendente —, além de conflitos de financiamento expostos no PL em Sergipe, podem alterar a divisão de votos e a dinâmica de comparecimento em 4 de outubro.