Aston Martin abandona GP do México após falhas de pressão na unidade de potência
Honda atribui problema à altitude de 2.285 m do Autódromo Hermanos Rodríguez e diz que vai redesenhar a unidade para 2027 com base nos dados
Os dois carros da Aston Martin foram obrigados a abandonar nas primeiras voltas do GP do México depois que a equipe reportou níveis anormais de pressão nos sistemas da unidade de potência.
A Honda admitiu que subestimou as exigências de arrefecimento e do turbo no Autódromo Hermanos Rodríguez, a 2.285 m de altitude, e afirmou que o circuito de arrefecimento do ERS foi mais sobrecarregado do que o previsto.
Fernando Alonso disse que o chassi da Aston Martin estava competitivo, mas culpou o motor pelo fim precoce de seu fim de semana e descreveu a oportunidade perdida em termos contundentes.
As falhas vieram na esteira de problemas durante o treino classificatório que exigiram peças novas para a corrida e estão relacionadas às mudanças nas unidades de potência de 2026, como a remoção do MGU‑H, que deixou as equipes mais expostas a problemas de turbo e de pressão.
A Honda e a Aston Martin afirmaram que vão analisar os dados de corrida e treinos para identificar correções e orientar um redesenho da unidade de potência em duas fases, planejado para entrar em vigor no início da temporada de 2027.