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Zuckerberg pede uma “superinteligência pessoal” aberta e descentralizada
Responsáveis por políticas nos EUA enfrentam uma escolha entre regras para dados de treinamento e controles locais mais rígidos sobre o crescimento de data centers.
O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, publicou um manifesto de 6.500 palavras em 10 de agosto que enquadrou a IA como uma escolha entre sistemas centralizados e uma “superinteligência” pessoal amplamente distribuída.
O ensaio defende modelos de pesos abertos e a destilação — a prática de treinar um modelo a partir de outro — para serem protegidos, argumentando que as regras dos EUA sobre dados de treinamento devem ser afrouxadas para que projetos americanos de código aberto possam competir com modelos estrangeiros.
Zuckerberg juntou o manifesto a um fundo de US$1 bilhão chamado “Future Is for Everyone” e a uma promessa de US$115 milhões para a America's Workforce Academy para treinamento de técnicos de data center, medidas enquadradas como apoio a empregos e qualificações locais.
Críticos apontam para recentes demissões na Meta, contratações canceladas e um histórico de centralização de serviços para afirmar que a iniciativa é um esforço oportunista de lobby para facilitar a regulamentação e a oposição local a data centers da Meta.
O plano entra nos debates de política após vários laboratórios, incluindo a Meta, relatarem incidentes internos de segurança de modelos; o debate agora se concentra em como equilibrar abertura, segurança, impactos econômicos sobre trabalhadores e a concorrência de modelos abertos chineses.