Trecho de livro diz que espiões holandeses vigiaram iPhone de Jared Kushner e rastrearam US$2 bilhões

Se confirmado, o relato pode motivar investigações criminais e éticas sobre divulgação de informações e fiscalização do Congresso dos EUA.

Hoje, 07:26

Um trecho de livro publicado na Vanity Fair em 22 de outubro de 2026 por Matthew Cole afirma que a inteligência militar holandesa virou um hacker do GRU russo, reverteu uma falha no iPhone de Jared Kushner e acompanhou sua tela em 2017–2018 enquanto ele acessava duas contas ligadas ao Golfo que, juntas, totalizariam cerca de US$2 bilhões.

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Kushner e seu advogado negaram categoricamente as alegações, disseram que as afirmações são falsas e afirmaram que nenhum extrato bancário ou registro de transação foi fornecido ao autor; o advogado ameaçou tomar medidas legais.

O trecho menciona uma conta “Alpha” no First Abu Dhabi Bank vinculada a uma caridade dos Emirados Árabes Unidos com cerca de US$750 milhões e um arranjo “Beta” que, segundo o relato, teria encaminhado cerca de US$1 bilhão pelo banco central de Israel, descrevendo transferências complexas via Azerbaijão e Chipre.

Especialistas jurídicos citados na reportagem dizem que acessos não divulgados de signatários estrangeiros ou promessas de contrapartidas poderiam levantar questões federais sobre suborno, impostos, divulgação e FARA (a lei que regula registros de agentes estrangeiros), mas até agora não foram apresentados registros bancários ou transações publicamente verificáveis.

As alegações baseiam‑se principalmente em fontes de inteligência não identificadas e em materiais vazados; a cobertura variou entre os veículos e o caso já reavivou pedidos por escrutínio do Congresso e por investigações éticas formais.

Resumo produzido a partir de 20 fontes em 17 veículos · Powered by Anchooor
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