Prefeito de Minneapolis veta regra que exigia monitor humano em robotáxis

Frey disse que a medida equivaleria a uma proibição disfarçada de viagens totalmente sem motorista e propôs negociar outra abordagem de fiscalização.

03 de outubro, 09:31

O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, vetou na sexta‑feira, 2 de outubro, a proposta do Conselho Municipal que exigia a presença de um monitor humano em viagens comerciais de veículos autônomos. Segundo Frey, a exigência anularia os benefícios das viagens sem motorista; ele afirmou que vai trabalhar com o conselho para elaborar um plano regulatório diferente.

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A medida aprovada pelo conselho exigia licença da cidade e um monitor humano licenciado e remunerado, com acesso imediato aos controles de direção, frenagem e aceleração, sentado em cada viagem comercial de carona autônoma.

A proposta passou no conselho por uma votação apertada, de 7 a 6 — com os sete votos a favor e os seis contrários registrados nominalmente.

Os defensores apresentaram a regra como uma proteção a trabalhadores e à segurança durante as viagens, destinada a resguardar milhares de motoristas locais de aplicativos de carona. Já opositores, incluindo a Waymo, alertaram que a exigência poderia expulsar os robotáxis de Minneapolis, aumentar custos e reduzir o acesso para alguns passageiros.

Os vereadores podem tentar derrubar o veto, mas precisam de nove votos para isso. O impasse também abre espaço para disputas judiciais ou intervenção estadual, pois Minnesota ainda não tem um marco regulatório estadual para veículos autônomos comerciais.

Resumo produzido a partir de 5 fontes · Powered by Anchooor
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