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Polícia busca terceiro inquérito do STF sobre o filho de Lula, Lulinha
Um novo pedido de investigação no Supremo mira suposto tráfico de influência ligado à Dataprev, contratos sobre cannabis, elevando os riscos políticos para o presidente.
A Polícia Federal pediu ao Supremo Tribunal Federal a abertura de um terceiro inquérito contra Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, na segunda-feira, somando-se a duas investigações já existentes autorizadas na semana passada.
Os inquéritos anteriores, autorizados pelo ministro André Mendonça, investigam possível tráfico de influência e corrupção vinculados à Dataprev e contatos com atores em busca de contratos no Ministério da Saúde.
Investigadores dizem que evidências mostram relação entre Lulinha e o empresário Antônio Camilo Antunes, incluindo uma viagem à Europa supostamente paga por Antunes no final de 2024, levando a uma linha de investigação separada.
A defesa de Lulinha nega irregularidades, classifica as apurações como motivadas politicamente "pesca probatória", diz que ele mora em Madrid e está disposto a voltar ao Brasil para depor, e planeja se reunir com o ministro da Justiça para discutir os casos.
O STF ainda não designou relator para o novo pedido, e os próximos passos podem incluir distribuição a um ministro, autorizações formais para buscas ou intimações, e aumento do escrutínio político durante o ano de reeleição presidencial.