Ossoff acusa Collins de ligações com supremacistas brancos em debate na Geórgia
Troca de acusações sobre extremismo e ética marcou confronto e pode influenciar apelo aos eleitores e corridas menores
Em um debate de uma hora na quinta-feira, o senador Jon Ossoff acusou o deputado Mike Collins de ter contratado funcionários e tolerado familiares que divulgaram conteúdo de nacionalistas brancos e neonazistas, citando especificamente o genro de Collins como foco da denúncia.
Collins rejeitou as acusações durante o debate, afirmou que as pessoas citadas são da família, condenou racismo e antissemitismo em termos gerais e lembrou demissões passadas de assessores após a circulação de publicações ofensivas.
O confronto também trouxe de volta uma investigação em curso do House Ethics Committee sobre alegações de que Collins e um ex-chefe de gabinete teriam usado verbas do Congresso para pagar um empregado que pouco ou nada teria trabalhado.
Além das acusações pessoais, o debate abordou claramente disputas de política pública: tarifas, subsídios a centros de dados, aplicação da imigração e a postura dos EUA em relação ao Irã. Ambos os candidatos tentaram usar esses temas para motivar eleitores a irem às urnas.
A cobertura variou entre veículos: Raw Story e Notus destacaram as acusações de Ossoff sobre ética e extremismo. O Washington Examiner enfatizou tanto os ataques pessoais quanto a vantagem de Ossoff em pesquisas e arrecadação, fatores que podem influenciar a disputa decisiva pelo Senado na Geórgia.