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Octavio Gallotti, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal do Brasil, morre aos 95 anos
A carreira dele ajudou a moldar o judiciário constitucional do Brasil após 1988 ao reforçar a independência judicial e o rigor técnico.
Membros da família e o Supremo Tribunal Federal confirmaram no final da noite de domingo que Octavio Gallotti morreu aos 95 anos.
O STF abriu velório público para Gallotti no Salão Branco em 27 de julho e seu sepultamento ocorrerá no Rio de Janeiro em 28 de julho.
Gallotti atuou no Supremo de 1984 a 2000 e presidiu a corte em meados da década de 1990 após longa carreira pública que incluiu cargos no TCU e no TSE; ele foi o último ministro nomeado durante a presidência de João Figueiredo.
Altas autoridades, incluindo o presidente do STF, Edson Fachin, e o Ministério Público Federal, emitiram notas elogiando a independência de Gallotti, seu rigor técnico e sua contribuição para o fortalecimento das instituições democráticas.
A morte de Gallotti encerra a vida de um jurista que ajudou a consolidar a jurisprudência pós-1988, deixa uma família de magistrados proeminentes, incluindo uma filha no STJ, e ocorre sem causa da morte divulgada por fontes.