Nova York proíbe IA generativa voltada a alunos até a 8ª série
Autoridades dizem que medida busca proteger aprendizagem e bem‑estar dos estudantes antes da reabertura das escolas.
O Departamento de Educação de Nova York deve divulgar a política na quarta‑feira; ela proibirá ferramentas de IA generativa voltadas a alunos dos programas 2‑K até a 8ª série e impedirá a entrega de dispositivos individuais a crianças da pré‑escola até a 2ª série.
O rascunho recomenda limites diários de tempo de tela por dispositivo de cerca de 30 minutos para as séries 3–5 e 45 minutos para o ensino fundamental II, além de proibir chatbots acompanhantes que ofereçam apoio emocional.
Professores poderão usar, para tarefas como planejamento de aulas, tradução e redação de comunicados, apenas ferramentas de IA aprovadas centralmente, mas não poderão empregar IA para correção de provas, monitoramento do comportamento, aconselhamento ou elaboração de planos de educação especial.
A norma prevê exceções para programas instrucionais aprovados centralmente, alguns testes estudantis e apoios a aprendizes de inglês e a alunos com deficiência; porém, ainda não está claro como será a fiscalização nem como lidar com plataformas de fornecedores que integrem IA.
A política surge após pressão contínua de pais e de muitos membros do City Council e poderá influenciar como outros grandes distritos e fornecedores educacionais limitam o uso de IA e de dispositivos em sala de aula.