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Manus retoma operações independentes após China ordenar retirada de acordo da Meta
A decisão da China obriga a exclusão de dados de usuários visados e sinaliza uma fiscalização mais rígida sobre transferências transfronteiriças de IA.
Manus disse na terça‑feira, 11 de agosto de 2026, que em breve voltará a operar como uma empresa independente e informou aos usuários afetados que façam backup dos dados criados em ou após 29 de dezembro de 2025.
A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China ordenou às partes que retirassem a aquisição de cerca de US$2 bilhões no final de abril, desencadeando um desfazimento de meses do acordo de dezembro.
A Manus notificou os usuários de que os backups devem ser concluídos antes de um corte no final de agosto e que certos dados gerados desde o anúncio da Meta serão excluídos durante uma breve interrupção do serviço seguida por uma janela de restauração.
A Meta vem separando a Manus de seus sistemas enquanto desfaz a transação, e reportagens dizem que alguns investidores estão discutindo retomar participações na Manus, com a Tencent entre os nomes citados.
O episódio destaca a repressão de Pequim ao chamado "Singapore‑washing", reflete revisões mais amplas de investimento estrangeiro que começaram em 2021 e levanta novas questões sobre portabilidade de dados, risco em fusões e aquisições e como os governos vão fiscalizar transferências de IA.