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Lula rejeita confronto com os EUA e a China em favor de investimento

Lula rejeita confronto com os EUA e a China em favor de investimento

Ele pediu grandes investimentos em ciência, educação, um plano de defesa nacional, um modelo brasileiro de inteligência artificial e maior controle de minerais estratégicos.

28 de julho, 23:31

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse à SBPC em Niterói na terça-feira que o Brasil não vai entrar em confronto com os Estados Unidos ou a China e deve, em vez disso, "estudar, investir e pesquisar" para fechar lacunas tecnológicas.

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Itamaraty informou que Lula falou por mais de uma hora com o presidente Xi Jinping em 26 de julho e os líderes discutiram cooperação em minerais críticos e inteligência artificial.

As tensões bilaterais com Washington aumentaram este ano após ações dos EUA, incluindo a designação de grupos criminosos brasileiros como organizações terroristas, sobretaxas propostas sobre produtos brasileiros de cerca de 25% e uma sobretaxa de 12,5% relacionada a investigações, e a recente negação de vistos do Brasil a dois funcionários do Departamento de Estado dos EUA.

O Brasil está avançando para garantir controle doméstico sobre recursos estratégicos por meio da política mineral PNMCE aprovada pela Câmara, que propõe linhas de crédito e um fundo de incentivo de R$5 bilhões para estimular o processamento local e reduzir a dependência de refinarias estrangeiras.

A estratégia do governo desloca a disputa por terras-raras e IA para a construção de capacidade doméstica que pode criar empregos qualificados, alterar vínculos da cadeia de abastecimento com a China e os EUA e acirrar o debate político durante a preparação para a próxima eleição.

Resumo produzido a partir de 8 fontes · Powered by Anchooor
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