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Julgamentos com júri em dois assassinatos de advogados de alto perfil adiados após tumultos no tribunal

Julgamentos com júri em dois assassinatos de advogados de alto perfil adiados após tumultos no tribunal

Interrupções em tribunais estão remodelando ambos os julgamentos, forçando novos júris, repetição de depoimentos, preservação de vídeos, acompanhamento e registros de testemunhas para sessões posteriores.

Ontem, 12:00

O júri pelo assassinato do advogado Roberto Zampieri foi suspenso depois que um jurado passou mal e a sessão foi remarcada para setembro com novo conselho de sentença.

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Três suspeitos no caso Zampieri permanecem presos sob a acusação de homicídio triplamente qualificado, enquanto os promotores dizem que provas-chave e depoimentos de testemunhas serão mantidos para o novo julgamento, mas alguns atos precisam ser refeitos perante novos jurados.

O júri em Fortaleza dos ex-policiais Glauco Bonfim e José Luciano foi adiado a pedido do Ministério Público do Ceará porque uma testemunha policial considerada essencial não pôde comparecer, e foi remarcado para 4 de novembro de 2026.

Os promotores em ambos os casos se baseiam em elementos investigativos concretos: imagens de segurança e laudos de que o atirador de Zampieri escondeu a arma, e no caso Di Angellis alegações de extorsão e um suposto rastreador colocado no carro da vítima.

Segundo o processo penal brasileiro, uma pronúncia envia os réus a júri enquanto uma impronúncia o impede, de modo que atrasos que forcem novos júris e a repetição de depoimentos vão moldar quais provas podem ser apresentadas, retardar veredictos finais e manter os acusados custodiados até o julgamento.

Resumo produzido a partir de 7 fontes · Powered by Anchooor
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