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JPMorgan aumenta meta de fim de ano do S&P 500 para 8.000
O banco diz que resultados do 2.º trimestre incomumente fortes e uma monetização mais clara dos gastos com IA pelos hyperscalers justificam previsões de lucro mais altas, mesmo ao manter limites de avaliação por causa de riscos de juros e geopolíticos.
O JPMorgan elevou formalmente sua meta de preço para o S&P 500 para 8.000 no fim do ano e aumentou suas previsões de lucro por ação para US$365 em 2026 e US$420 em 2027, uma medida que a firma anunciou na segunda-feira, 10 de agosto de 2026.
A atualização se apoia em um desempenho geral de resultados do 2º trimestre acima do esperado, com 85,1% de 436 empresas do S&P 500 superando as expectativas, uma taxa bem acima da média de longo prazo de cerca de 68%.
O banco sinalizou sinais mais claros de que grandes provedores de nuvem estão convertendo gastos de capital com IA em receita, apontando para um crescimento mais forte na nuvem, maiores carteiras de pedidos e melhor visibilidade de caixa no Google, na Amazon e na Microsoft.
O JPMorgan manteve uma meta de valuation forward conservadora de aproximadamente 20 vezes porque vê ventos contrários vindos de juros mais altos, emissão significativa de ações e dívida, e tensões geopolíticas que pressionam energia e rotas comerciais.
Os estrategistas esperam volatilidade contínua do mercado paralelamente a um rali em expansão, com um dólar mais fraco e uma curva de juros mais inclinada provavelmente favorecendo bancos, mineração, industriais e ações do setor cíclico do consumidor em vez de um avanço apenas em tecnologia.