Joseph Gordon‑Levitt diz que modelos de IA são treinados para ‘sequestrar sua intimidade’
Em entrevista em vídeo ao New York Times antes de discurso na ONU, ator pede foco nas pessoas e incentivos por trás da IA e mais fiscalização
Joseph Gordon‑Levitt afirmou, em entrevista em vídeo ao New York Times gravada a caminho de um discurso na ONU, que modelos de inteligência artificial estão sendo treinados para formar laços emocionais com usuários e manipular a intimidade.
Ele descreveu os principais riscos como danos sociais — incluindo queda na democracia e na empatia humana — e disse que a atenção deve recair sobre as pessoas que constroem a IA e os incentivos que as orientam.
Gordon‑Levitt pediu ao público que procure especialistas técnicos em vez de se apoiar apenas em comentários de celebridades, citando obras de Stuart Russell e pesquisadores como Yoshua Bengio.
As declarações aumentam a pressão pública e diplomática em um debate sobre medidas como auditorias independentes, relatório de incidentes, limites a exportações e controles de emergência para modelos com capacidade de agir de forma autônoma.
As escolhas de política agora podem influenciar como empresas projetam recursos de interação e como governos protegem cidadãos contra manipulação, com possíveis próximos passos incluindo fiscalização mais rígida e avaliação por terceiros de sistemas de ponta.